O que é um Vaporizador?

Um vaporizador, conforme o nome diz, é um dispositivo elétrico próprio para produzir vapor extraído da água ou a seco, é utilizado para inalar os ingredientes ativos de material vegetal; normalmente cannabis, tabaco, ou qualquer outra erva, sem precisar queimá-la.

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A vaporização é uma alternativa menos prejudicial do que fumar. Em vez de queimar a erva, que produz fumaça e outros subprodutos, um vaporizador aquece o material em um vácuo parcial, para que os compostos ativos contidos na planta sejam liberados em forma de vapor.

Além disso, ao vaporizar, você consome consideravelmente menos erva do que ao fumar. Pelo menos 30% a menos. Isso ocorre pelo fato de que a vaporização aproveita em torno de 90% do princípio ativo que a erva contém,  enquanto que, ao ser queimada, a erva libera apenas 30% do princípio ativo, desperdiçando os outros 70%.

Como funciona o vaporizador?

O vaporizador funciona através de uma resistência/aquecedor interno que esquenta o ar até a temperatura desejada, possibilitando a vaporização da erva, que é colocada num compartimento do aparelho.

Cada erva tem uma temperatura de vaporização, A cannabis por exemplo ferve de 177 a 200 °C, enquanto a camomila a 190 °C.

Um forte abraço a todos.

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Uruguai legaliza plantio e venda da maconha pelo Estado

Com 16 votos favoráveis e 13 contrários, o Senado uruguaio aprovou na terça-feira, 10, o projeto de lei que torna o país a primeira nação do mundo a legalizar o cultivo e a distribuição de maconha em seu território por meio do Estado, além de regulamentar o consumo da droga, descriminar a posse, a venda e a produção da erva. Qualificada pelo presidente José Mujica como um “experimento”, a nova legislação tem o objetivo de combater o narcotráfico e foi discutida por quase 12 horas na Câmara Alta.

Uruguay's Senate debates a government-sponsored bill establishing state regulation of the cultivation, distribution and consumption of marijuana during a session in MontevideoFoto: Andres Stapff/Reuters
Projeto de lei proposto pelo Executivo foi aprovado após quase 12 horas de discussão

O chefe do Executivo uruguaio, de onde parte o proposta, tem dez dias para sancionar a lei – que, segundo analistas, demorará ao menos quatro meses para ser plenamente regulamentada.

A legislação permite que usuários de cannabis comprem até 40 gramas de maconha por mês, em farmácias, e cultivem até 6 pés da erva individualmente. Se reunidos em clubes com 15 a 45 integrantes, eles poderão cultivar até 99 plantas.

“O enfoque preventivo e educativo (sobre a droga) deve estar incorporado aos sistemas formais e não formais de educação (…). Um mundo de incertezas, onde o os desafios diante dos riscos vinculados ao consumo problemático de drogas estejam presentes, exige fortalecer os fatores de proteção”, diz a lei.

O presidente uruguaio afirmou ontem no Canal 4 que “há muita dúvida e a dúvida é legítima”. “Mas a dúvida não nos pode impedir de ensaiar caminhos diante de um problema. Não estamos totalmente preparados (pata a legalização da maconha)”, disse Mujica, pedindo “audácia” aos legisladores e à sociedade uruguaia.

“Isso não é uma festa, é como quem toma um purgante: é tomar medidas que não são bonitas; não queremos deixar essa gente (os usuários de maconha) entregue ao narcotráfico”, declarou o presidente. “Quem diz que o tabaco é bom? Mesmo assim, as pessoas fumam.”

Na lei, consta que “a estratégia nacional não compartilha os enfoques proibicionistas e as concepções de ‘guerra contra as drogas’ (…) que tiveram como consequência causar mais dano, provocaram violência e corrupção e não tiveram êxito nas metas que perseguem”.

Segundo analistas, o efeito imediato da aprovação legislativa e a subsequente sanção presidencial será o fim de processos contra os usuários de maconha e pessoas que tenham plantas da droga em suas casas. A plena aplicação da lei, porém, só ocorrerá após a regulamentação de todos os seu detalhes, que pode levar até 180 dias.

“A guerra contra as drogas fracassou”, disse o senador Roberto Conde, da coalizão governista, a Frente Ampla, ao apresentar o projeto para discussão na Câmara Alta. “Essa realidade já está instalada no país. A maconha é a droga ilegal de maior consumo, fundamentalmente entre os jovens. Já tem uma baixíssima percepção de risco e é de fácil acesso.”

O consumo de cannabis representa 70% do uso de drogas ilegais no Uruguai – e duplicou-se nos últimos dez anos. Segundo cálculos do governo, quase 130 mil pessoas fumam maconha no Uruguai, país com 3,3 milhões de habitantes. Associações de usuários, porém, dizem que 200 mil uruguaios consomem a droga atualmente.

“É uma loucura que prendam pessoas por plantar maconha”, disse Sebastián Romero, de 24 anos, que afirma cultivar a droga desde os 18. “Com a (nova) lei, fico tranquilo de que estou seguindo as normas”, disse o jovem, que considera a legislação “um grande passo”.

Fonte: EFE e AFP

Qual a diferença das Sedas Smoking?

Nós encontramos, no mercado, diversas embalagens de sedas Smoking: vermelha, azul, verde… isto é só Marketing ou há alguma diferença?

Nós, do blog Sedas e Pipes fomos dar uma pesquisada e notamos que há sim diferenças entre as sedas. As vezes, o que muda é apenas o tamanho, em outros casos é a composição do papel, que pode ser polpa de madeira, palha de arroz, fibra de cânhamo, milho, etc, veja abaixo:

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Seda Smoking Master – Esta é uma das sedas mais encontradas no Brasil, a principal característica que a difere das demais é a largura do papel que é menor (37mm), ou seja, ela é feita para fazer um cigarro slim, ou seja, fininho!

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Seda Smoking Deluxe (a da embalagem preta) – Esta é a seda para se fazer um cigarro de espessura padrão, mais ou menos como os cigarros que compramos na padaria. Esta é a seda mais vendida na Europa, já que lá o preço do maço de cigarros industrializado é bem maior que no Brasil. Esta seda é feita com papel de palha de arroz.

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Seda Smoking Black – Está seda tem a largura da seda Deluxe, só que é mais curta, mesmo na versão King Size, ela tem 9,8cm contra 11 cm da Deluxe!

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Seda Smoking Red e Blue – Estas sedas eu acredito que são absolutamente iguais entre si, mas são bem mais largas que a seda Deluxe, estas são as sedas para se fazer um cigarro extra grosso!

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Seda Smoking Green – Esta seda tem o mesmo tamanho da Red e da Blue, a diferença é que esta é feita com fibra de cânhamo, por isso é uma seda “green”, ou seja é uma seda 100% “verde”, se é que você me entende!

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Seda Smoking Brown – Esta é uma seda que é visivelmente diferente das demais, pois é marrom! Seu papel não passa por um processo de branqueamento, o que significa que esta seda não leva quase nada de química em sua confecção. Esta seda tambem é campeã de vendas no Brasil, por seu caráter de seda mais natural, “que faz menos mal”.

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Seda Smoking ECO –  Esta seda também é não branqueada (não leva alvejante na confecção) e é feita com fibra de cânhamo, em outras palavras, natural e 100% Hemp!

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Seda Smoking No 8 Blue e Red – Estas seda são as únicas sedas da linha com papel de alta combustão, ou seja, estas sedas são as que mais se assemelham ao papel dos cigarros industrializados. A diferença entre elas é a espessura do papel, tendo a azul um papel fino, e a vermelha um papel bem mais espesso!

Bem, essas são as sedas “de linha” da Smoking, o que se pode encontrar por aí também são as edições especiais, que são sedas com uma “roupinha” diferente ou com artistas na embalagem, como por exemplo as Sedas Smoking Bob Marley, ou a Seda Smoking Kukuxumusu.

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Estas e muitas outras Sedas Smoking, você encontra na maior loja de sedas do Brasil, o www.madrugashop.com

Você pode tirar suas dúvidas quanto a medidas e espessura do papel também na página das Sedas Smoking (www.sedasmoking.com)

Porque não legalizar?

A pergunta do título provavelmente é a pergunta mais frequente feita pelos usuários da famosa cannabis sativa, conhecida também pelo nome de maconha. Entretanto, a pergunta que deveria ser feita é: por que ela é proibida? Muitos dos leitores não devem fazer ideia do motivo pelo qual o “cigarrinho de artista” é proibido, enquanto drogas que causam danos maiores à nossa saúde são  legalizadas, e oferecidas nas prateleiras dos melhores supermercados, ou receitadas por médicos, como, por exemplo, os emagrecedores.

Uma lei criada na mesma época da lei seca dos Estados Unidos (que proibiu o consumo do álcool no país), gerou uma onda de proibição da maconha que percorreu o mundo. Para ser mais preciso, a maconha foi proibida posteriormente ao álcool, devido a uma reportagem panfletária, regada a preconceito, de um pastor conservador que demonizava a ervinha e dizia que ela seria o fim da geração jovem do país, sem que nenhuma evidência científica fosse apresentada. A mentira foi se espalhando pelo nosso planeta e hoje poucas pessoas sabem que a proibição da cannabis tem a mesma origem da proibição da adorada cervejinha e que o lobby das empresas de bebidas venceu o conservadorismo  americano. A maconha não teve a mesma sorte e hoje ela é proibida, criminalizada e dominada em toda a cadeia produtiva pelo crime organizado.

Muitos vão dizer que a maconha deve continuar a ser proibida por causar mal e ser entrada para drogas mais pesadas. Primeiro: causar mal até causa, mas realizadas sobre o dano gerado pelo uso contínuo da cannabismostraram que é um dano mínimo se comparado ao causado pelo uso de fármacos distribuídos e altamente disseminado na comunidade médica, para não falar dos danos de longo prazo do cigarro e do álcool. O fato de causar mal não é justificativa para a proibição, por que, bem ou mal, até o salgadinho com gordura trans faz mal e a escolha entre o prazer e o dano à saúde é um trade off que deve ser feito pelo usuário, visto que o perfil do usuário não é o de provocar danos à outrem, da mesma forma que deve ser feito pelo cara do bar da esquina ou pela garota comendo um cachorro quente cheio de maionese no bar da escola.

Agora, a segunda razão, talvez a que gere mais consenso entre os setores conservadores da sociedade, é a maconha ser entrada para drogas mais pesadas, como antidepressivos, álcool, tabaco, calmantes e tantas outras. É aquele famoso mito da busca incansável pelo maior teto. Entretanto, da mesma forma que nem todo mundo que bebe procura outra droga mais forte que o deixe mais doidão do que quando está bêbado, o usuário não procura uma droga que o deixe mais louco de quando ele fica chapado. Até por que o princípio ativo das outras famosas drogas ilícitas é completamente diferente do princípio ativo da maconha, dando assim baratos diferentes, o que desmitifica o fato do cara querer ficar mais chapado. Se o maconheiro quiser ficar mais chapado, ele vai ter que fumar mais maconha, e não fumar crack.

A proibição gera a criminalização do usuário e isso é preocupante, principalmente pelo recorte de classe estabelecido em função da subjetividade e da arbitrariedade concedida às autoridades ao determinar judicialmente a condição de usuário e de traficante, pois vemos muitos jovens, de qualquer classe social, sendo tratados como bandidos por acenderem um baseado. Não dá para ignorar o fato de que a criminalização do usuário da maconha se intensifica no usuário de baixa renda, pois o ‘playboy’ na maioria das vezes vai levar um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e uma bronca dos pais, enquanto o morador da favela muitas vezes responde por tráfico e é esculachado pela polícia truculenta e  repressiva, mesmo após terem sido pegos com a mesma quantidade de maconha que o usuário de classe média.  Mas, existe uma criminalização que é tão ruim quanta a da nossa jurisdição: a criminalização da sociedade, que julga o usuário como se fumar maconha determinasse o caráter da pessoa ou até mesmo a sua qualidade como profissional.

A maconha não é só usada  por jovens incosequentes ou por hippies, ela é usada  por médicos, advogados, políticos e empresários. Trata-se de uma planta que tem a capacidade de baixar o stress da rotina e é uma forma de desligar, não só dos problemas da nossa sociedade movida pela ambição capitalista das pessoas, uma forma de  refletir sobre o nosso mundo ou simplesmente um subterfúgio para rir com bons amigos e compartilhar momentos juntos sem consequencias alarmantes ou irresponsáveis

Entretanto, a maconha não tem só o caráter de droga recreativa ou espiritual, ela também é um forte remédio para a ansiedade, dor, e falta de apetite. Sendo utilizada em diversos países de forma medicinal, até mesmo na casa do Tio Sam, onde ela foi proibida primeiramente. Mas não é só na medicina que a maconha pode ser utilizada. O cânhamo, a fibra da planta, é uma fibra mais forte que o algodão, ou seja, com ela podem ser fabricadas roupas mais resistentes e baratas. Sem contar que a cannabis sativa é uma planta que requer bastante sol e pouca água, e eu conheço um lugar no Brasil que tem a condição perfeita para a sua produção: o nordeste brasileiro. O que mudaria não só a condição econômica da região, mas a vida dos agricultores familiares que, por meio de cooperativas, poderiam mudar sua vida e de sua comunidade.

Isso que ainda nem falamos que a produção legal  da erva gerará impostos que serão revertidos em educação, saúde e infraestrutura do nosso país. Sem contar que com a produção controlada o usuário terá acesso a uma maconha de qualidade superior, sem uma  série de produtos que são colocados pelos traficantes para render na quantificação da mercadoria.  A legalização trará outros benefícios como o enfraquecimento do tráfico, a possibilidade de uma campanha do uso consciente, como atualmente são as de utilização de preservativos da cannabis, e do maior acesso à informações que levem o jovem a fazer uma escolha por fumar ou não fumar com maior propriedade. É por esses e tantos outros motivos que defendemos a legalização como principal luta, pois entendemos que a  descriminalização é um avanço importante; mas não deve ser o fim de nossa luta e sim o próximo passo.

7 Dicas para um Maconheiro Feliz

ou se preferirem: Como diminuir os males da maconha à saúde?

1. Use a maconha, não deixe que ela use você. É possível conviver harmoniosamente com a hemp.

2.Não se acostume a fumar toda hora, guarde para momentos especiais. Fumar maconha é como uma “Roda de Chimarrão”: amigos reunidos, conversando, rindo e se divertindo. Fumar com sua (seu) namorada(o) é também um grande prazer. Quem sabe não abre mão…

3. Tente não fumar sozinho. Isso induz à fumar mais e pode prejudicar as suas relações interpessoais, principalmente com pessoas que são contra a cannabis.

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4. Faça sempre uma atividade esportiva, até mesmo caminhadas ajudam.

5. Acorde cedo, veja o sol, a luz do dia. Não troque o dia pela noite.

6. Nunca deixe o fumo em primeiro lugar na sua vida. As pessoas precisam produzir para serem felizes. Se você fumar demais, não vai realizar seus planos e isso o deixará infeliz. Se você tem alguma atividade altamente intelectual, deve reduzir muito o fumo. Deixe para finais de semana, praia, época de férias… Reserve pelo menos 1 ou 2 dias para se recuperar antes de trabalhar.

7. Don’t worry, be happy…